domingo, 8 de outubro de 2017

Trilho S. Cristóvão do Douro

"Não é descer de Sabrosa para o Pinhão, estacar em São Cristóvão, e abrir a boca de espanto. Não é ir a São Leonardo de Galafura ou ao Miradoiro de São Brás, olhar o caleidoscópio, e ficar maravilhado. É compreender toda a significação da tragédia, desde a tentação do cenário, à condenação de Prometeu, ao clamor do coro."

Aproveitando este calor fora de época e o último dia de férias dos pais, fizemos mais um trilho. Desta vez, o trilho de S. Cristóvão do Douro, entre Provesende e o Pinhão. 



É um percurso circular, começamos no Pinhão, pois é sempre a subir até à aldeia vinícola de Provesende.





São cerca de 4 Km para fazer de forma tranquila e descontraída, por meio de vinha e caminhos de terra batida, mas sempre a subir. Demoramos cerca de 2h30, e ainda bem que optamos por fazer assim, pois por entre os muros de xisto, não há sombras e o calor é intenso, mesmo de manhã cedo.




Chegados à aldeia de Provesende, aproveitamos a sombra da igreja e "picnicamos". Depois aproveitamos para conhecer a igreja, o largo e o chafariz da aldeia. Retomamos o percurso, agora descendo pelas ruas empedradas de Provesende, com belos edifícios senhoriais, rodeados de belas vinhas.




Continuamos até ao Pinhão, demos uma volta pelo cais e regressamos até à Régua pela "Melhor estrada do Mundo" a N222, que liga a Vila do Pinhão à cidade do Peso da Régua, com uma paisagem fabulosa.







Paramos na barragem de Bagaúste, esta barragem é navegável e tem um desnível de cerca de 27m, e passam pela sua eclusa os Cruzeiros que navegam entre a cidade da Régua e a vila do Pinhão. Foi inaugurada em 1973. Tivemos a sorte de estar a passar pela eclusa um cruzeiro e um barco rabelo, processo que demora cerca de 30m. 

O percurso do Trilho de S. Cristovão é muito bonito e vale a pena fazer. Quem não quiser subir, pode começar na aldeia de Provesende e descer até ao Pinhão. São só 4 km e depois só tem de arranjar transporte de regresso 😉

sexta-feira, 6 de outubro de 2017

Só depende de nós!

Na vida é preciso aprender que nada é definitivo... pessoas passam... umas ficam outras não... mas todas nos marcam... nada acontece por acaso... temos de deixar de nos preocupar com aquilo que depende dos outros... devemos fazer só o que depende de nós... não nascemos para depender de nada e nem de ninguém... somos livres... a felicidade, não se conquista... ela vive em nós, só temos de escutar o coração... felicidade é amar sem medo... rir com vontade... é viver o hoje, apagar o ontem e esperar que o amanhã seja uma nova oportunidade de aprender e viver...   

quinta-feira, 5 de outubro de 2017

A abóbora e os doces!

Adoro o outono... As cores, os cheiros, os frutos e os doces... ai os doces. A marmelada, as compotas, as geleias e o doce de abóbora. Deram-me uma abóbora gigante, para a sopa dos meninos, disse o vizinho quando a veio trazer... qual sopa, qual quê?! Gosto tanto de doce de abóbora, de manhã com pão torrado... uma delícia! 😋


Este ano resolvi fazer dois doces diferentes de abóbora... 'doce de abóbora, canela e coco' e 'doce de abóbora, canela e laranja'... querem as receitas? 


Doce de abóbora, canela e coco


  • 1 kg de abóbora descascada
  • 500 g de açúcar
  • 2 paus de canela
  • coco a gosto 

Numa panela grande, coloque a abóbora, o açúcar, a canela. Leve ao fogo médio, mexendo sempre, até a abóbora começar a soltar água e humedecer o açúcar. A partir daí, diminua o fogo e vá mexendo de vez em quando. Quando a abóbora tiver desmanchado e a calda tiver engrossado um pouco (leva uns 35 a 45 minutos), junte o coco e deixe mais uns 10 minutos em fogo baixo. Deixe esfriar e guarde em frascos.

Doce de abóbora, canela e laranja

  • 1 kg de abóbora descascada
  • 500 g de açúcar
  • 2 paus de canela
  • 2 laranjas pequenas descascadas e sem pevides 

Numa panela grande, coloque a abóbora, a laranja, o açúcar, a canela. Leve ao fogo médio, mexendo sempre, até a abóbora começar a soltar água e humedecer o açúcar. A partir daí, diminua o fogo e vá mexendo de vez em quando. Quando a abóbora tiver desmanchado e a calda tiver engrossado um pouco (leva uns 35 a 45 minutos), passe grosseiramente com a varinha mágica e deixe mais uns 5 minutos em fogo baixo. Deixe esfriar e guarde em frascos.

Quem quiser pode ainda juntar nozes ou amêndoas, eu não tinha mas também fica divinal. 
Espero que gostem!

quarta-feira, 27 de setembro de 2017

Pedalar dói...

Como já contei aqui, quando comecei andar de bicicleta, sentia dores em zonas que nem sabia existirem. A zona que mais sofre é a que fica assente no selim. Ai, que sofrimento durante e depois do treino! Ficava com dores vários dias. Então tive de tomar algumas providências. Inicialmente usei uma capa de selim em silicone. Ajudou, mas não resolveu. Ainda para mais que estava sempre a escorregar, ficava com dores nas costas. 

Experimentei então os calções de ciclismo, daqueles que são almofadados na zona de contacto com o selim. Maravilha... encontrei uns de mulher, sim os de homem são diferentes. A zona de almofada está adaptada à anatomia feminina. O conforto e a mobilidade que proporcionam são essenciais para que os meus passeios decorram de forma agradável e, para que no dia seguinte não tenha qualquer dor relacionada com o selim.





Associado a isto fiz várias pesquisas e fui fazendo algumas alterações na bicicleta, altura do selim e guiador. Assim como fui adaptando a minha postura. Já consigo distribuir melhor o meu peso, sobre os três pontos principais: selim, guiador e pedal e assim torna-se mais confortável pedalar por mais tempo. 

No inicio pedalar era penoso, nada divertido... mas quando consegui encontrar um ponto de equilíbrio, tornou-se fantástico. A falta de experiência pode deitar tudo a perder, a querer desistir, mas se persistirmos depressa chegamos ao que queremos.  
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